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A Editora

A Editora Cobogó tem seu foco em publicações sobre arte e cultura contemporânea. A difusão de várias formas de arte, de um pensamento plural, e uma linguagem multidisciplinar e híbrida são o seu principal objetivo.

O cobogó é um tijolo vazado, concebido pelos engenheiros (Co)imbra, (Bo)eckman e (Gó)is no Recife, nos anos 1930, está presente em muitas construções da arquitetura modernista brasileira.
Forma, conteúdo, estrutura e brasilidade. O cobogó é uma carta de intenções.

Os primeiros lançamentos

Em 2008 a editora Cobogó inaugurou seu catálogo com 5 títulos que expressam a diversidade de olhar de seus editores.

O livro de arte monográfico Erika Verzutti é o primeiro da coleção Perspectivas Contemporâneas, que tem por objetivo publicar livros de jovens artistas que estão transformando a linguagem da arte brasileira. Erika Verzutti exercita a justaposição livre de elementos e estilos díspares como desenhos, colagens, pinturas e esculturas. O livro apresenta seu trabalho ao longo dos últimos oito anos.

Saga lusa – O relato de uma viagem de Adriana Calcanhotto, a artista relata com muito humor e ironia as peripécias por que passou durante a turnê portuguesa do disco Maré, em maio e junho de 2008. Após um vôo Rio-Lisboa sem dormir, entrevistas na aterrissagem, um show em que falta luz e é irresistível continuar cantando, além de um desastroso coquetel de remédios para combater uma gripe fortíssima, Adriana tem um surto psicótico induzido por medicamentos que a obriga a cancelar, por vários dias, os compromissos de sua turnê. Convalescendo em um quarto de hotel, sem conseguir dormir, dividida entre médicos, remédios, exames e o temor de ignorar quando tudo aquilo passaria, ela começa a escrever compulsivamente. Adriana busca afastar o medo – e reencontrar o equilíbrio e a lucidez – narrando sua saga, rindo de si mesma no laptop, revirando a língua portuguesa do avesso, divertindo-se com canções e livros que insistem em invadir sua escrita. Na Saga Lusa de Adriana, em meio a tantos sustos e surpresas, apenas uma certeza: a de que “A alegria é a prova dos nove(s)”.

Em 1975, Andy Warhol publicou A Filosofia de Andy Warhol, um livro sobre vida, sexo, dinheiro, arte e fama. Munido de gravadores e de assistentes que transcreviam suas falas, Warhol, com seu costumeiro olhar crítico e distanciado, escreveu uma filosofia-de-telefone sobre uma sociedade em busca da eterna juventude, do consumo, do individualismo e da fama. O resultado – uma escrita instantânea e confessional – antecipa a obsessão contemporânea pela vida em tempo real e pela invasão da intimidade alheia, que vemos na internet e na televisão. Este livro foi traduzido agora pela primeira vez para a língua portuguesa pelo tradutor José Rubens Siqueira.

O livro 27ª Bienal de São Paulo – Seminários traz as conferências apresentadas na Bienal de Arte de 2006, Como Viver Junto. Pela primeira vez, por meio dos seminários, o evento abandonou seu caráter episódico e transcendeu as paredes expositivas, abrindo-se para o debate público. De janeiro a novembro daquele ano, foram realizados seis diferentes colóquios multidisciplinares. Os textos sobre Marcel Broodthaers, Arquitetura, Reconstrução, Vida Coletiva, Trocas e Acre foram revistos e revisados por seus autores para essa publicação.

Galeria Fortes Vilaça é uma espécie de caderno moleskine / livro de bolso com conteúdo de catálogo de todos os artistas representados pela galeria de São Paulo. Nele o leitor encontra uma pequena sinopse sobre cada artista e reproduções de sua obra. Um livro versátil e de fácil acesso, perfeito para o primeiro contato com a obra desses artistas.