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A Editora

O cobogó é um tijolo vazado, concebido pelos engenheiros (Co)imbra, (Bo)eckman e (Gó)is no Recife, nos anos 1930, que está presente em muitas construções da arquitetura modernista brasileira. No Museu de Arte Moderna do Rio há uma parede de cobogós, assim como em inúmeros prédios em Brasília e no bairro de Higienópolis em São Paulo.

Criada em 2008, a Editora Cobogó com foco em publicações sobre arte e cultura contemporâneas, já lançou diversos títulos, entre eles “Saga Lusa: o relato de uma viagem”, de Adriana Calcanhotto; “A filosofia de Andy Warhol”, de Andy Warhol; “Hans Ulrich Obrist – Entrevistas” vols. 1 a 6; “5 x Favela”, baseado no filme homônimo, “Pintura Brasileira séc. XXI”, “Fotografia na arte brasileira séc. XXI”, e as monografias dos artistas Adriana Varejão, Nuno Ramos, Efrain Almeida, Rivane Neuenschwander, Rodrigo Andrade, além de “Concreto e cristal: o acervo do MASP nos cavaletes de Lina Bo Bardi”, org. Adriano Pedrosa (2015)

A Cobogó tem como diferencial trabalhar muito próxima a seus autores e artistas, criando publicações individuais que recusam fórmulas e estruturas pré-determinadas. Contando sempre com um pensamento multidisciplinar e plural, a Editora Cobogó tem como compromisso a difusão das várias formas de arte. Ao longo destes anos, suas publicações ocuparam espaços generosos na imprensa especializada e geral.

“O diálogo entre as várias formas de arte nos interessa muito. Queremos ressaltar a possibilidade de uma linguagem plural e multidisciplinar, híbrida”, explica Isabel Diegues*, gestora e diretora editorial da Cobogó.

* Isabel Diegues é diretora editorial da Cobogó. Formada em Letras pela PUC-RJ, atuou como roteirista, produtora e diretora de cinema. Organizou publicações como Adriana Varejão – entre carnes e mares (2010), Pintura Brasileira Séc. XXI (2011) e Fotografia na arte Brasileira Séc. XXI (2013). Em sua produção cinematográfica destacam-se os premiados Vila Isabel (1998) e Marina (2003), dos quais foi roteirista e diretora, e Madame Satã (2002), de Karim Aïnouz, do qual foi a produtora. Em 2016, lançou o livro Diário de uma digressão (Uma viagem ao sertão do Piauí da Serra das Confusões até o mar), que é parte do Projeto Piauí, sobre uma viagem de observação feita com um grupo de artistas, e que resultou numa exposição de mesmo nome.

 

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